Suspeito de atropelar e matar idosa em Guarapuava se negou a fazer exame toxicológico, diz polícia

Novas imagens de câmeras de segurança mostram carro derrapando por outro ângulo.

Felomena Chepanski Durval, 70 anos, foi atropelada a caminho da igreja no domingo (12).

Novas imagens mostram carro derrapando em Guarapuava O empresário Rodolpho Scherner Neto se recusou a autorizar a coleta de sangue para a realização de um exame toxicológico após a prisão dele, nesta segunda-feira (13), segundo a Polícia Civil.

Ele é suspeito de ter atropelado e matado uma idosa em Guarapuava, na região central do Paraná, no domingo (12). Novas imagens de câmeras de segurança, obtidas pela RPC nesta terça-feira (14), mostram o carro que atropelou a idosa derrapando na pista por outro ângulo.

Veja no vídeo acima. Horas antes da prisão, o empresário se apresentou na delegacia de Guarapuava.

Conforme a Polícia Civil, assim como no momento em que se apresentou, Scherner também não se pronunciou após a prisão. Felomena Chepanski Durval, 70 anos, foi atropelada na manhã de domingo, enquanto estava a caminho da igreja.

Ela chegou a ser levada para um hospital, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. De acordo com a Polícia Militar (PM), Rodolpho Scherner Neto fugiu do local após o atropelamento.

O advogado de defesa do empresário negou que ele tenha fugido.

Segundo a defesa, ele prestou socorro e deixou o local por conta da integridade física dele, já que havia uma aglomeração de pessoas.

O advogado disse ainda que o empresário não estava alcoolizado. O carro do empresário foi entregue à Polícia Civil nesta segunda-feira (13).

O caso continua sendo investigado. A Polícia Civil informou que o empresário pode responder por homicídio com dolo eventual. O G1 tenta novo contado com a defesa de Rodolpho Scherner Neto. Idosa morreu após ser atropelada, enquanto ia para a igreja, em Guarapuava Reprodução/RPC Outras prisões Em janeiro de 2018, Rodolpho Scherner Neto foi condenado a 21 anos de prisão no âmbito da Operação Bala da Noite, que investigou o tráfico de drogas em Guarapuava e região. Em dezembro do mesmo ano, o Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR) reduziu a pena para 4 anos e 18 dias, autorizando o cumprimento em regime semiaberto. A Polícia Civil disse que o empresário já cumpriu a pena estabelecida. Em 2019, o suspeito foi novamente preso por porte ilegal de arma e solto após pagamento de fiança, conforme a polícia. Idosa foi atropelada enquanto caminhava no canteiro central da Avenida Moacir Júlio Silvestre Eduardo Andrade/RPC Guarapuava Veja mais notícias da região no G1 Campos Gerais e Sul.

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